A Maior Entrega em Gestão de Pessoas desde a CF-1988
Reajustes, concursos e reestruturação de carreiras marcaram o quadriênio 2023-2026, com gastos caindo de 3,5% para 2,6% do PIB. Os dados desmentem o mito do inchaço da máquina pública federal.
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Reajustes, concursos e reestruturação de carreiras marcaram o quadriênio 2023-2026, com gastos caindo de 3,5% para 2,6% do PIB. Os dados desmentem o mito do inchaço da máquina pública federal.
A fragmentação do SIPEC não é apenas uma disfunção administrativa. Ela esconde uma estrutura de poder que distribui recursos, autonomia e influência de forma desigual. Descubra quem lucra com isso.
Em um mundo marcado por disputas geopolíticas e transições tecnológicas, o Estado passivo tornou-se perigoso. Reconstruir capacidades estatais e atuar estrategicamente é condição para soberania, democracia e desenvolvimento nacional inclusivo.
O livro Reformar o Estado propõe superar o paradigma neoliberal que desmantelou capacidades estatais na América Latina. Reconstruir o Estado nacional é condição essencial para retomar desenvolvimento como projeto civilizatório
Especialista em gestão pública, José Celso Cardoso Jr. analisa os desafios contemporâneos da Administração Pública brasileira e defende a reconstrução da capacidade estatal como elemento central para o nosso desenvolvimento.
Tributar os ricos reduz desigualdade, mas não melhora condições de vida dos pobres: apenas a ampliação consistente dos gastos públicos em saúde, educação e assistência transforma estruturalmente a sociedade brasileira
Presidente da ANESP critica PEC 38 como projeto disfarçado de austeridade que visa destruir Estado social, enquanto elogia consolidação normativa da Lei Geral da Gestão Pública, mas defende participação social
Narrativa alarmista sobre “irresponsabilidade fiscal” ignora dados empíricos concretos e funciona como instrumento político para pressionar governos, limitar investimentos públicos e favorecer grupos econômicos que se beneficiam de juros elevados
Minuta elaborada por comissão de especialistas institucionaliza monitoramento e avaliação como obrigações legais, vinculando alocação orçamentária a evidências de resultados e transformando administração burocrática em gestão orientada por impactos
O Ipea propõe duplicar o PIB per capita até 2050, mas subordina desenvolvimento ao “equilíbrio fiscal”, paradigma que ignora a natureza da moeda e limita o potencial do investimento público