A Maior Entrega em Gestão de Pessoas desde a CF-1988
Reajustes, concursos e reestruturação de carreiras marcaram o quadriênio 2023-2026, com gastos caindo de 3,5% para 2,6% do PIB. Os dados desmentem o mito do inchaço da máquina pública federal.
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Reajustes, concursos e reestruturação de carreiras marcaram o quadriênio 2023-2026, com gastos caindo de 3,5% para 2,6% do PIB. Os dados desmentem o mito do inchaço da máquina pública federal.
A fragmentação do SIPEC não é apenas uma disfunção administrativa. Ela esconde uma estrutura de poder que distribui recursos, autonomia e influência de forma desigual. Descubra quem lucra com isso.
Em um mundo marcado por disputas geopolíticas e transições tecnológicas, o Estado passivo tornou-se perigoso. Reconstruir capacidades estatais e atuar estrategicamente é condição para soberania, democracia e desenvolvimento nacional inclusivo.
O livro Reformar o Estado propõe superar o paradigma neoliberal que desmantelou capacidades estatais na América Latina. Reconstruir o Estado nacional é condição essencial para retomar desenvolvimento como projeto civilizatório
Minuta elaborada por comissão de especialistas institucionaliza monitoramento e avaliação como obrigações legais, vinculando alocação orçamentária a evidências de resultados e transformando administração burocrática em gestão orientada por impactos
A administração pública federal enfrenta o paradoxo de preservar robustez institucional e ganhar agilidade adaptativa. O Programa de Gestão e Desempenho emerge como infraestrutura estratégica para equilibrar estabilidade e inovação
O governo federal promove a maior transformação em gestão de pessoas do setor público desde 2010, reconstruindo capacidades estatais através de investimentos estratégicos em valorização de servidores e modernização administrativa
O Brasil não precisa de burocracia cartorial, mas de gestão pública estratégica, inclusiva e republicana, baseada em neoweberianismo e neoestruturalismo, que seja capaz de superar desigualdades históricas e sustentar desenvolvimento
Entre rigidez burocrática e volatilidade das crises, a estabilidade ágil propõe um Estado capaz de preservar a previsibilidade institucional sem abrir mão de inovação, coordenação estratégica e aprendizado organizacional contínuo
A segunda parte desta série propõe novo marco conceitual para a reforma administrativa, articulando neoweberianismo, neoestruturalismo e estabilidade-ágil como fundamentos de uma administração pública desenvolvimentista, estratégica e orientada ao futuro