O Banco Mundial agora apoia as políticas industriais?
O Banco Mundial retoma a política industrial com viés neoclássico. Focado apenas em corrigir falhas de mercado, o modelo tímido ameaça perpetuar a subordinação econômica de países como o Brasil
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O Banco Mundial retoma a política industrial com viés neoclássico. Focado apenas em corrigir falhas de mercado, o modelo tímido ameaça perpetuar a subordinação econômica de países como o Brasil
O Brasil transforma segurança pública em palco político enquanto o crime organizado se fortalece e reformas essenciais seguem adiadas. Sem mudança estrutural, a violência continuará moldando destinos e corroendo instituições.
A chegada da inteligência artificial revela que o Brasil continua subordinado: acessa a tecnologia, mas não controla infraestrutura, padrões ou dados, permanecendo dependente e distante de uma soberania tecnológica real
Brasil desperdiça sua maior riqueza criativa enquanto mundo inteiro lucra com economia criativa; entenda como transformar a diversidade cultural brasileira em desenvolvimento econômico real, sustentável e de verdadeiro longo prazo
Guerra no Oriente Médio desorganiza economia global, preços de petróleo e fertilizantes disparando e gás hélio para IA seriamente ameaçado; Brasil deve enfrentar recessão agrícola e dilema de realinhamento estratégico
Melhora econômica lenta não elevou a popularidade de Lula, mas o fim da escala 6×1 surge como trunfo político capaz de gerar transformação real e reconectar o governo aos trabalhadores
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Debate sobre a exploração na Margem Equatorial e royalties revela superficialidade de ambos os lados, enquanto recursos bilionários são desperdiçados em gestão municipal inadequada, quando deveriam financiar desenvolvimento tecnológico nacional
Apagões recorrentes em São Paulo expõem limites estruturais da regulação privada de serviços públicos, enquanto autoridades que defenderam privatizações demonstram falsa indignação diante de problemas previsíveis do modelo que promoveram
Contexto Brasil lança e-book retrospectiva com 75 artigos de 37 autores qualificados, comprovando que existe espaço para debate qualificado sobre desenvolvimento nacional sem polarizações baratas, contribuindo para um novo Brasil