É a Geografia, neoliberal!
A instabilidade no Estreito de Ormuz expõe a velha verdade: geografia é destino. O Brasil tem vantagens únicas, mas segue incapaz de convertê-las em segurança estratégica, autossuficiência e desenvolvimento sustentável
Texto sobre o projeto...
A instabilidade no Estreito de Ormuz expõe a velha verdade: geografia é destino. O Brasil tem vantagens únicas, mas segue incapaz de convertê-las em segurança estratégica, autossuficiência e desenvolvimento sustentável
Militarização de Ormuz e alta explosiva dos resseguros já encarecem o transporte marítimo de petróleo, enquanto proposta de resseguradora do BRICS surge como alternativa para reduzir vulnerabilidades energéticas dos emergentes
Dependência tecnológica estrutural ameaça a soberania nacional e perpetua inserção periférica do Brasil na economia global, exigindo política permanente de ciência e inovação integrada entre governo, setor produtivo e academia
Incentivos fiscais são ferramentas estratégicas para competitividade e desenvolvimento regional no Brasil, mas enfrentam desafios críticos de eficiência, transparência e sustentabilidade que comprometem sua eficácia como instrumentos de política pública
O Estudo Estratégico de Infraestrutura da Estratégia Brasil 2050 projeta duplicação da demanda energética nacional e triplicação da demanda elétrica, exigindo transformações profundas nos setores de energia, telecomunicações e transportes
A biorrevolução promete sustentabilidade e inovação, mas também concentra poder. O Brasil precisa agir com ciência, regulação e inclusão, ou perderá o protagonismo alimentar para corporações estrangeiras controlando o futuro
A bioenergia desponta como rota promissora para uma matriz energética sustentável. O Brasil, com o etanol e novas tecnologias, pode liderar soluções viáveis que unam engenharia, natureza e desenvolvimento econômico
As missões industriais vêm ganhando força no mundo. Inspiradas por crises recentes, elas exigem políticas públicas complexas, coordenação estatal eficaz e abordagens flexíveis para enfrentar desafios tecnológicos, ambientais e sociais
A transição energética global abre para o Brasil uma chance estratégica: aproveitar sua matriz limpa e a industrialização verde para liderar soluções, gerar valor e integrar cadeias produtivas internacionais sustentáveis
A biodiversidade brasileira pode ser a base de uma nova economia, inovadora e sustentável. Para isso, o país precisa investir em ciência, proteger seus biomas e atualizar as suas regulações